segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

dia três - da deselegância discreta

O centro.
São Paulo inteira é uma cidade com a qual me identifico muito. Mas particularmente com o centro. As histórias da minha familia, quatrocentões misturados a italianos e portugueses, não podia ser mas típicamente paulista, e se confundem com as próprias histórias da cidade.


Dos edifícios que visitamos, o mais marcante, com certeza, é o Copan. Caracteristico das construções modernas, é carregado de ideal. Uma pequena cidade dentro da grande cidade. Analisado mais a fundo vemos que suas curvas não vêm apenas das curvas femininas, Niemeyer é sim mais que isso, mais que essa idéia romantica de um formalismo que apenas homenageia o belo. A implatação justifica as curvas, que garantem o melhor conforto térmico, recpção de ventos, permeabildade, relação de sombras e insolção. Quando compreendido o cuidado do projeto, quanto a todas essas questões, ele fica ainda mais belo.

Todo o passeio pelo centro é um aula de arquitetura, com destaque para o edifício do IAB, que faria bom uso de mais atenção e conservação, claro. A praça patriarca ainda não me conquistou por completo, ainda acho aquela cobertura muito agressiva, e desproporcional a escala do local, mas...


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